Ari Riboldi - Livro

                                                      

 Seja bem-vindo ao espaço virtual do professor Ari Riboldi!


Aqui, você vê os livros publicados, lê os artigos, conhece as matérias em jornais, revistas e Internet acerca das obras produzidas, assiste a vídeos de entrevistas a programas de televisão. Pode também fazer contato para contratá-lo como palestrante. Além disso, acompanhar o blog com textos atualizados sobre etimologia e origem de palavras, expressões e ditados populares. Um espaço de cultura, curiosidades e informações sobre a Língua Portuguesa do cotidiano.

 

Formado em Letras pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras (FAPA) e pós-graduado em Literatura Brasileira, na mesma instituição, o professor Ari Riboldi tem cinco livros publicados. Filho de pequenos agricultores de uma família de 9 irmãos, é natural de Silva Jardim, distrito de Serafina Corrêa, na divisa com Casca, no interior do Rio Grande do Sul. Há mais de 30 anos reside em Porto Alegre, onde atuou como Técnico em Assuntos Educacionais do MEC e professor da rede pública e privada. Atualmente, Riboldi divide seu tempo entre o trabalho na assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Educação (Smed) e as atividades de escritor.

Em suas pesquisas etimológicas, Riboldi utiliza seus conhecimentos de latim e grego, sem dispensar visitas a bibliotecas, estudos de folclore e entrevistas locais. O rigor e apuro técnico com que conduz esse trabalho já resultou na produção de cinco livros, transformando o professor em uma referência obrigatória quando o assunto requer a compreensão histórica de expressões e ditados populares da língua portuguesa.

Desde 2008, mantém a coluna semanal “Saiba Mais – Língua Portuguesa”, no boletim eletrônico da Assessoria de Comunicação, Secretaria da Adminstração de Porto Alegre. Mantém também coluna semanal no jornal Gazeta Regional, de Serafina Corrêa-RS, sob o título “De onde vem a expressão?”. Integra o cadastro de autores do projeto Autor Presente, do Instituto Estadual do Livro, que leva escriotres gaúchos a escolas e bibiliotecas públicas do Rio Grande do Sul.

Colabora com o Portal Terra e com a Revista Super Interessante em temas relacionados à origem de palavras e expressões. Em 2014, lançou a página O Bode Expiatório, no Facebook.

 

 

 

Preteou o olho da gateada Expressão típica do regionalismo gaúcho.

De acordo com o registrado nos dicionários, gateada pode referir-se à cor dos olhos amarelo-esverdeados, semelhantes aos de um gato; pode também ser a cor do pelo de cavalo ou égua, uma pelagem de cor amarelo-avermelhada, portanto não bem definida. No tocante aos olhos, significa que são vivazes, inquietos. Emprega-se, no sentido figurado, para representar situação complicada, em que alguém se encontra em extrema dificuldade ou em disputa muito acirrada. Na linguagem popular, a pessoa está numa enroscada. Se a cor da pelagem ou dos olhos do animal não estava bem definida, ficou ainda mais obscura e incerta, ou seja, preteou. Imagino, por exemplo, uma corrida em cancha reta, em que a disputa entra no espaço de decisão; uma emboscada armada por rival; qualquer outra circunstância de risco, em que o animal deve dar tudo de si para superar os limites. Na verdade, quem corre o risco é o cavaleiro e a sorte dele depende da agilidade do equino. Expressões similares: a cobra vai fumar, agora que a porca torce o rabo, hora da onça beber água.

https://www.facebook.com/ari.riboldi?ref=br_rs

 

http://www.obodeexpiatorio.com.br/

 

 

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Cabeça-de-Bagre – 2ª edição – Editora AGE
O livro traz uma coletânea de termos, expressões e gírias do futebol. Num estilo simples, direto e humorado, retrata a linguagem de todos os segmentos vinculados a esse esporte, desde os termos formais até as gírias de torcedores e jogadores. Trata-se de uma pesquisa exaustiva, com destaque especial para o capítulo relativo ao nome dos diferentes tipos de jogadores, decorrentes de seu comportamento ou de suas características físicas. Pode-se, a partir do elenco apresentado pelo autor, escalar, por exemplo, uma equipe, do goleiro ao último atacante, com a seguinte formação: frangueiro, pipoqueiro, coveiro, perneta, peladeiro, bola murcha, pereba, armandinho, mercenário, ciscador e mascarado Da mesma forma, chama a atenção a nominata com a qual são designados os diferentes gols, bem como os inúmeros verbetes e expressões com inspiração em nomes de animais. A obra surpreende, ainda, por resgatar e recuperar a origem histórica de expressões e termos comuns, como drible da vaca, zona do agrião, engolir um frango, gatos pingados, gol espírita, gol olímpico, pelada, ciscador, cartola, gandula, marmelada, etc. CABEÇA-DE-BAGRE é uma obra que vai agradar não só a adeptos e admiradores do futebol, mas também –e principalmente – a quem lida diariamente com a linguagem desse esporte, por dever de ofício, nos meios de comunicação. Com certeza, vem preencher uma lacuna existente nessa área e subsidiar o trabalho dos profissionais do esporte das multidões.


 

 

 

 

O Bode Expiatório  – Edição Especial / Editora AGE
A mais completa coletânea de expressões com   nomes de animais, de A a Z, num único volume. Espírito de porco, tempo de vacas magras, fazer uma vaquinha, tem boi na linha, bicho de sete cabeças, cabeça de bagre, estar com o burro na sombra, idade da loba, boi de piranha, missa do galo, estar com a macaca, deu zebra, matar cachorro a grito, pagar o pato, lágrimas de crocodilo, memória de elefante, idade da loba, papagaio de pirata, soltar a franga, falar cobras e lagartos, ovelha negra, cabra da peste, deu zebra, a cavalo dado não se olha o dente. Mais de 200 expressões com a história de sua origem, o significado literal e original e o sentido atual. Linguagem simples, em estilo objetivo, direto e de refinado humor. Com certeza, leitura aprazível e fonte de pesquisa e de consulta de uma das vertentes mais ricas e criativas da língua portuguesa. Livro indicado para pesquisas e trabalhos escolares e para o leitor que busca resgatar a história de tantas expressões com nomes de animais usadas no dia a dia. Paralelamente, a obra torna-se um pano de fundo para uma compreensão mais abrangente da história da humanidade, por meio da análise de expressões e ditados que refletem o pensamento e os costumes do ser humano. Os animais sempre foram a metáfora perfeita para retratar o comportamento humano. Compreender o sentido original dessas expressões e ditados, portanto, é descobrir e acompanhar o pensamento do homem ao longo da história.

Livro já está à venda na AGE e nas livrarias.

 

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A CPI das Palavras
Coletânea de termos e expressões da vida política com a respectiva etimologia e origem histórica. Com um estilo simples, direto e bem humorado, resgata o significado original de palavras e expressões, buscando a nascente no grego, no latim e em outras línguas, além da mitologia, história, lendas e costumes de povos antigos. A obra não se ocupa de questões de ordem política. Seu objetivo é recuperar o sentido e a evolução de expressões e termos vinculados às Comissões Parlamentares de Inquérito e a fatos do meio político nacional, tornando-se uma leitura atraente, instigante e de caráter didático, constituindo-se em rica fonte de pesquisa. Acabar em pizza, acórdão e acordão, aloprado, bode expiatório, burocracia, caixa-preta e caixa dois, candidato, cartão corporativo, corrupção, cueca, demagogia, democracia, dossiê, dourar a pílula, elefante branco, estelionato, falta de decoro, lobby, máfia dos sanguessugas, maracutaia, mensalão, modus operandi, nepotismo, os laranjas, peculato, plebiscito, propina, república, senador, testemunha, vigarista e conto do vigário, voto de Minerva são apenas alguns dos tantos exemplos abordados. Trata-se de um divertido e, ao mesmo tempo, informativo passeio pelo cenário político brasileiro, propiciando uma visão dos fatos sob o ponto de vista linguístico, o que possibilita uma melhor compreensão da realidade. O livro oferece uma análise provocante dos episódios políticos sem entrar no seu mérito, apenas fazendo o estudo minucioso da constituição e formação da linguagem. É uma aula de semântica, de cidadania e de bom humor.

 

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O Bode Expiatório
Seleção de termos, expressões e ditados populares com nomes de animais. Bode expiatório, lágrimas de crocodilo, amigo da onça, elefante branco, cabra da peste, ovelha negra, besta quadrada, burro de carga, dizer cobras e lagartos, cavalo de batalha, picar a mula, pagar o pato, gatos pingados, afogar o ganso, missa do galo, soltar a franga, tirar o cavalo da chuva, a cavalo dado não se olha o dente, entre tantos, são exemplos de expressões e ditados que a obra recupera. Com um texto leve, objetivo e de refinado humor, o autor faz um paralelo interessante entre o sentido figurado das expressões com o significado literal e original, buscando a explicação lógica – e por vezes não – para o seu atual uso. A marca principal não é apenas resgatar essa riqueza da linguagem dos provérbios e expressões com nomes de animais, mas, sobretudo, recuperar a história de seu surgimento e o sentido original de seu primeiro emprego. Por que a mãe que considera o seu filho o mais lindo do mundo chama-se mamãe-coruja? Por que o rateio de dinheiro entre colegas para cobrir determinada despesa é fazer uma vaquinha? Por que se diz que deu zebra diante de um resultado inesperado ou imprevisto? A resposta para essas e outras perguntas encontra-se em lendas, folclore, literatura, fábulas, histórias e costumes, particularmente na constante e estreita relação entre o ser humano e os demais animais ao longo do tempo. A obra deu reconhecimento nacional ao autor, entrevistado pelo Programa do Jô, na Globo, em 25/12/2007.

 

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O livro traz uma coletânea de termos, expressões e gírias do futebol. Num estilo simples, direto e humorado, retrata a linguagem de todos os segmentos vinculados a esse esporte, desde os termos formais até as gírias de torcedores e jogadores. Trata-se de uma pesquisa exaustiva, com destaque especial para o capítulo relativo ao nome dos diferentes tipos de jogadores, decorrentes de seu comportamento ou de suas características físicas. Pode-se, a partir do elenco apresentado pelo autor, escalar, por exemplo, uma equipe, do goleiro ao último atacante, com a seguinte formação: frangueiro, pipoqueiro, coveiro, perneta, peladeiro, bola murcha, pereba, armandinho, mercenário, ciscador e mascarado Da mesma forma, chama a atenção a nominata com a qual são designados os diferentes gols, bem como os inúmeros verbetes e expressões com inspiração em nomes de animais. A obra surpreende, ainda, por resgatar e recuperar a origem histórica de expressões e termos comuns, como drible da vaca, zona do agrião, engolir um frango, gatos pingados, gol espírita, gol olímpico, pelada, ciscador, cartola, gandula, marmelada, etc. CABEÇA-DE-BAGRE é uma obra que vai agradar não só a adeptos e admiradores do futebol, mas também – e principalmente – a quem lida diariamente com a linguagem desse esporte, por dever de ofício, nos meios de comunicação. Com certeza, vem preencher uma lacuna existente nessa área e subsidiar o trabalho dos profissionais do esporte das multidões.

 

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O Bode Expiatório 2
Traz mais uma coletânea de expressões e ditados com nomes de animais, tema sempre instigante e que desperta o interesse e a curiosidade. Com seu estilo direto, humorado e, às vezes, irreverente, torna-se uma leitura atraente e prazerosa. Como no livro anterior, Riboldi não apenas registra o sentido atual das expressões com animais de forma didática, mas também recupera a história de sua origem, com o retorno a antigos costumes do povo. Pau-de-arara, bicho-papão, dente de coelho, mula sem cabeça, papagaio de pirata, ver passarinho verde, operação tartaruga, cão chupando manga, matar cachorro a grito, idade da loba, estar com a macaca são alguns exemplos, dentre tantos, de uma linguagem que retrata os costumes, a cultura e crenças do nosso povo. O autor brinda os leitores, também, com muitos ditados e provérbios, além de engraçadas frases de pára-choques de caminhão, retratando sabedoria, preconceitos, machismo nas idas e vindas pelas rodovias do país. Vale a pena embarcar para mais esta atraente viagem pelo mundo das palavras.

 

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O Bode Expiatório 3
Um bode é bom; dois é melhor; três é ótimo. O Bode Expiatório 3, do Professor Ari Riboldi, chega “rente como pão quente”, explicando tintim por tintim a origem de expressões e ditados com nomes de partes do corpo humano, de vegetais, minerais e outros. Um prato cheio para quem gosta de conhecer a história da linguagem viva do povo. Você vai saber onde Judas perdeu as botas, onde fica o quinto dos infernos e o fim da picada, quem é o santinho do pau oco, por que alguém não tem papas na língua e fala pelos cotovelos, por que as paredes têm ouvidos e como se faz um pé-de-meia. Vai descobrir que a menina dos olhos está bem perto, na pupila da pessoa mais próxima de você. Se não entendeu patavina, parta logo para a leitura. Há expressões e ditados a dar com pau, apresentados de forma didática, sem dourar a pílula, em pratos limpos. Riboldi tem um estilo simples, um texto leve, objetivo e comentários humorados e inteligentes, propiciando uma leitura atraente e prazerosa. Um livro perfeito para todas as horas, inclusive para o momento antes de cair nos braços de Morfeu ou enquanto estiver tomando um chá de banco. O que lhe der na telha, aqui vai encontrar. Um verdadeiro presente, não o de grego, mas sim um tesouro da linguagem viva. Não misture alhos com bugalhos. Deixe cair a ficha e não caia no conto do vigário de quem promete mundos e fundos. Agora são favas contadas e Inês é morta. Não fique a ver navios. Embarque de vento em popa nesta maravilhosa viagem de cultura, de humor e de grandes descobertas.

- Os 3 volumes de O Bode Expiatório também estão editados em livro digital (e-book)
Para adquiri-los, entre em contato pelo email:  aririboldi@terra.com.br